3 Métricas Essenciais para um Canal de Sucesso no YouTube

Ao analisar um relatório de YouTube, existem algumas métricas que são fundamentais para entender se seu canal está no caminho certo. Surpreendentemente a mais importante delas não é o número de visualizações do vídeo ou de inscritos no canal.

1) A métrica mais importante para o YouTube

Em um treinamento que recebemos do próprio YouTube, a métrica mais importante é a de Minutos Assistidos (Watch Time). Essa métrica é a representação do número total de minutos assistidos em todos vídeos do seu canal. Se ela estiver como na imagem abaixo, pode significar que seu canal está na decrescente!

Essa métrica tem relação com o engajamento do seu canal. Se as pessoas passam menos tempo consumindo seu conteúdo, isso indica que seus vídeos não são tão relevantes. Quanto mais vídeos produzidos, maior a chance de melhorar a métrica – mas, cuidado, para não ter dezenas de vídeos com poucos segundos de retenção da audiência (isso irá prejudicar seu canal a médio prazo).

2) Inscritos no canal

Os inscritos em um canal são uma prova de que aquele canal deseja ser assistido outras vezes. Quando alguém se inscreve, essa pessoa tem mais chance de receber uma notificação ou ver o canal no feed, o que também aumenta as visualizações e minutos assistidos do canal.

O YouTube utiliza este indicador para entender se o canal possui consistência. Sabe aqueles vídeos com milhões de visualizações em canais com poucos inscritos? Isso demonstra que aquele canal ou está começando ou só teve “um grande hit” – o que não contribui para aumentar o impacto dos próximos vídeos.

Pedir inscrições no canal é um bom CTA (Call to action) que você pode incluir no começo ou no final dos vídeos – uma das melhores maneiras de ver sua presença crescer. Perder inscritos também indica algo negativo – fique atento a esta métrica.

métrica de inscritos no youtube
No Reportei você consegue visualizar o crescimento de inscritos e a perda de assinantes

3) Visualizações de vídeo

Ainda que seja uma métrica óbvia, deixamos ela por último por não ser a mais importante. Se suas visualizações crescem mensalmente, temos um bom indicador de sustentabilidade do canal.

Para isso, o vídeo precisa ter uma das duas características abaixo:

  • Ter potencial de compartilhamento (viral): um vídeo que possui um conteúdo tão interessante que as pessoas vão querer passar adiante, comentar, compartilhar. Métricas sociais são fundamentais neste momento então abuse da divulgação em redes sociais, blogs, parceiros.
  • Ter potencial de busca: quando o assunto do seu vídeo é relevante para usuários que buscam por aquela informação. Caso queira saber o volume de buscas de determinada palavra no YouTube, recomendamos uma ferramenta chamada Keyword Tool (exemplo de volume de busca abaixo).

Tenha em mente que o desejo principal do YouTube é que o usuário seja mantido na rede social. Ou seja, quanto maior o engajamento e mais tempo o usuário ficar dentro do YouTube, mais o conteúdo vai ser valorizado.

Para gerar um relatório de YouTube e analisar essas métricas mês a mês, acesse App.Reportei.com e faça um teste grátis.

 

Como usar o Algoritmo Instagram a seu favor: e por que ele é excelente para o Marketing

Como funciona o Algoritmo do Instagram? Neste post vamos nos aprofundar em detalhes já divulgados e outros que fazem sentido.  Passaremos pelos fatores que poderiam influenciar o ranking do seu conteúdo no feed de seus seguidores e explicamos por que o algoritmo Instagram é realmente ótimo para os comerciantes.

Como funciona o algoritmo do Instagram?

Apesar de ser algo que não é divulgado publicamente, apartir de pesquisa em fontes como o Buffer e Social Media Examiner, chegamos a 7 fatores chave que determinam se um post vai ter maior alcance orgânico no Instagram. Importante lembrar que a conta vale para o momento atual e a situação pode mudar.

Temos 7 pontos-chave que vamos apresentar abaixo e ampliar a análise logo em seguida (sobre cada ponto):

  1. Engajamento: A popularidade medida em métricas como curtidas e comentários.
  2. Contexto/Relevância: os tipos de conteúdo que você está interessado e interagiu com.
  3. Conexões: os perfis que você interage regularmente.
  4. Declínio de tempo: o quão recente os posts são.
  5. Buscas no perfil: as contas que você costuma buscar no Instagram
  6. Compartilhamentos diretos: quais posts você compartilha
  7. Tempo gasto: a duração de tempo vendo um post (ponto para os vídeos!)

Vamos entender mais sobre estes fatores

1. Engajamento = popularidade

De acordo com o Social Media Examiner, quando uma pessoa ou marca publica algo em redes sociais, os algoritmos normalmente mostram o post para uma audiência de exemplo e analisam como a audiência reage ao conteúdo. Se a reação é positiva ao post, o algoritmo vai mostrar o post para mais pessoas.

Isso indica que um post com maior engajamento tem mais chances de aparecer no seu feed do Instagram. Os tipos de engajamento mais frequentes (medidos pelo Reportei, inclusive) são os likes, comentários, visualizações de vídeo, compartilhamentos (via direct), salvar, ver histórias e assistir vídeos ao vivo.

Se alguém que você conheça interagiu com o post, o Instagram também pode presumir que você estaria interessado no post e mostraria ele a você.

E temos uma informação importante para complementar: um representante do Instagram disse ao Business Insider que o ranking dos posts não será considerado um concurso de popularidade. Posts com menos engajamento mas que são relevantes para você também poderão aparecer no topo do seu feed.

2. Contexto no Instagram = relevância do conteúdo para você

Quando a mudança na timeline foi anunciada o Instagram mencionou que iria mostrar primeiro o conteúdo que o usuário mais iria gostar.

A ordem das fotos e vídeos no seu feed seria baseada na probabilidade de interesse pelo conteúdo, o engajamento com o post e a atualidade do post (timing).

Mas como o Instagram sabe o que é interessante para você?  Essa informação vale milhões (ou bilhões!) mas podemos deduzir alguns pontos.

Uma forma poderia ser olhar para os tipos de conteúdo (por exemplo: viagens, alimentação, moda, esportes, etc.) que você interagiu no passado. Isso dependeria de uma tecnologia de reconhecimento e imagens (para categorizar os conteúdos) – algo plenamente possível hoje no Instagram.

O algoritmo também pode olhar para as hashtags usadas. Se há um certo tipo de conteúdo que você se envolve com mais frequência (por exemplo, alimentos), o Instagram poderia classificar o conteúdo desse tipo como superior no seu feed.

3. Relacionamentos: As contas que o usuário interage

Em seu segundo anúncio sobre o novo feed, o Instagram declarou o seguinte:

“E não importa quantas contas você seguir, você deve ver últimos posts do seu melhor amigo.”

Isto implica que o conteúdo de seus “melhores amigos” provavelmente vai aparecer no topo do feed. Como Facebook, Whatsapp e Instagram são uma mesma empresa, não seria impossível que os dados das 3 estivessem relacionados para determinar os relacionamentos de um usuário: família, amigos, colegas de trabalho, etc.

Outro ponto interessante é o que Thomas Dimson, engenheiro de software no Instagram disse que poderia ser utilizado para entender o grau de proximidade de usuários:

  • Pessoas cujo conteúdo o usuário curte
  • Pessoas que recebem mensagem direta
  • Pessoas o usuário procura
  • Pessoas que você conhece na vida real (marcação de fotos)

Embora estes podem não ser os critérios exatos utilizados no algoritmo de Instagram, eles nos dão uma dica sobre o que o Instagram provavelmente considera.

4. Declínio de tempo: o quão recente os posts são

Um dos pontos-chave do Instagram: a atualidade dos posts. A própria ferramenta foi criada ao redor da ideia de que importa o “instante”, o momento.

A ordem das fotos e vídeos em seu feed será baseada na probabilidade de você estar interessado no conteúdo, o seu relacionamento com a pessoa e da atualidade do post.

O Instagram quer lhe mostrar as mensagens que são novas.

Algo da semana passada pode não interessar a você tanto como algo de uma hora atrás. Então provavelmente o Instagram irá exibir posts mais recentes – mesmo que posts mais antigos atendam outros critérios.

Ou seja, o momento em que você posta ainda é relevante!

Baseado em uma análise pessoal (sem comprovação ainda), aparentemente o Instagram faz o cálculo de “posts novos” no intervalo entre o seu último login e o seu login atual.

Por exemplo, abri o Instagram às 23h do dia anterior e novamente hoje às 9h. Foram criados 50 posts na minha timeline nesse período. O algoritmo iria analisar apenas estes 50 posts para decidir quais aparecerão primeiro pra você. (Caso sua experiência pessoal seja diferente, não exite em comentar, afinal essa não é uma regra que o Instagram divulga).

Sendo assim, isso pode significar que o melhor momento para postar é quando seus seguidores são mais ativos – já que haveria menor concorrência entre posts. (por exemplo: entre 9 da manhã e 10 da manhã no desenho abaixo)

5. Pesquisa de perfis: As contas que você confere frequentemente

Um membro do Instagram disse ao Business Insider que os perfis buscados são um sinal para classificar as mensagens no feed. Quando você procura (regularmente) determinados perfis, isto provavelmente indica que você está interessado em ver mais sobre aquela conta e pode não ter visto no feed.

O Instagram então pode rankear mais alto os posts de quem você pesquisou para você não ter que procurar,  melhorando a experiência do usuário.

Thomas Dimson, do Instagram, também mencionou em sua fala que, quando eles colocaram no ar o  novo algoritmo, o número de buscas caiu. Eles analisaram isso como um bom sinal pois significa que as pessoas estão vendo as mensagens de quem elas estão interessadas, sem ter que procurar.

6. Compartilhamentos: posts que você compartilha

O Instagram tornou muito fácil para os usuários compartilhar um post que vêem na timeline. De acordo com artigo do Business Insider, esses compartilhamentos também servem como base para o algoritmo entender seus interesses.

Há 2 pontos que indicam isso:

  1. Compartilhando um post você mostra que provavelmente está interessado nos posts de determinado perfil. O algoritmo Instagram, então, pode considerar isso ao classificar mensagens em seu feed.
  2. Quando você compartilha um post, você envia a alguém diretamente. Isso também indica que você tenha um grau de relacionamento com a pessoa.

7. Tempo investido: O tempo gasto “olhando” um post

O Facebook descobriu que se “as pessoas gastam significativamente mais tempo em uma história em particular no News Feed do que a maioria das outras histórias, este é um bom sinal de que o conteúdo é relevante para elas”, mesmo se o conteúdo não for curtido ou comentado.  O próprio Facebook assumiu que:

‘Com base no fato de que você não ignora o post e passa mais tempo olhando para a tela, é entendido que mais posts como esse podem ser mostrados para você.’

Se esse fator está incluído no algoritmo de Instagram, quanto mais tempo você “gasta” num post do Instagram, maiores as chances de você receber conteúdo similar.

Enquanto não há confirmação sobre este fator, não seria surpreendente se Instagram já utilizasse a mesma técnica que o Facebook.

8. Outros sinais prováveis

Há diversos outros sinais que não são confirmados pelo Instagram mas que poderiam ser utilizados – e que é bom ficarmos atentos. O Facebook utiliza um algoritmo com centenas de variáveis e não seria incomum o Instagram fazer o mesmo. Algumas coisas listadas pelo blog Makelight sobre o algoritmo

  • Quão regularmente você abre o aplicativo
  • Quão regularmente você posta
  • Quantos likes recebeu uma imagem
  • Se o post é um vídeo
  • Se uma imagem é de uma conta de empresa versus uma conta pessoal
  • Quão ativo foi o post hoje: comentários e likes recebidos nos últimos momentos

Por que o novo algoritmo é ótimo para o marketing?

Conforme aumenta o número de usuários no Instagram, aumentam também os posts na timeline. As pessoas passam a seguir mais pessoas e o número de posts que elas recebem cresce.

Assim, é natural que as exibições de um post (alcance) caiam – uma vez que os usuários dispõe de tempo limitado no Instagram. A realidade é que as pessoas geralmente não veem todas os novos posts quando elas acessam. Um estudo realizado pela rede social mostra que, em média, os usuários perdem 70%  dos posts.

Teoricamente, isso abre espaço para quem produz conteúdo realmente interessante e relevante. Ou seja, se você tem um bom marketing, isso pode lhe favorecer. Ganha o conteúdo mais interessante e não o mais recente.

Olhando de outra forma. Sem o algoritmo, uma maneira rápida de obter a atenção dos seus seguidores no Instagram seria postar muitas vezes por dia. Se a maioria das marcas seguir esta estratégia, o número de postos de Instagram aumentaria dramaticamente e o alcance orgânico de cada post cairia proporcionalmente – mesmo que fosse um post de qualidade.

Com o algoritmo, as marcas são estimulados a publicar apenas o seu melhor conteúdo, e a qualidade do seu conteúdo vai determinar seu resultado.

Bônus:

A aba Explorar do Instagram também usa um algoritmo com base em interesses do usuário e comportamentos passados. É uma outra maneira de seu conteúdo chegar a mais pessoas!

 

Matéria sobre o Reportei no Publicitários Criativos

O Publicitários Criativos criou uma matéria que conta um pouco mais da história do Reportei e dos cofundadores.

Para ler, clique no link.

Relatório de Mídias Sociais em 30 segundos?

Quando criamos o Reportei o principal problema que buscávamos resolver era: como agilizar a criação de relatórios de mídias sociais?

Os dados estavam lá mas precisávamos buscar manualmente. Tomava tempo e perdíamos o foco do que realmente importava em criar relatórios: analisar os dados que eles mostravam. Quando você tem que criar, 5, 10, 20 relatórios em um só dia, a coisa complica. Mas chegamos a uma solução!

No vídeo demonstramos como é simples o processo de selecionar uma rede social (Facebook, no caso), data de análise e ter o relatório pronto em segundos.

Para gerar seu próprio relatório, é só clicar no nosso Teste Gratuito de 3 dias.

Os 3 maiores erros que cometi em relatórios de mídias sociais

Durante os últimos 8 anos trabalhei com mídias sociais e errei bastante. Comecei em uma agência e hoje sou cofundador no Reportei (aliás, que desenvolvemos para resolver o problema que tínhamos ao gerar os relatórios para a agência). Ao longo desse período, muita coisa mudou: o Facebook ascendeu, Orkut sumiu, Twitter parou de dar resultados como antes. Mas uma coisa nunca mudou: todo mês tem relatório de mídias sociais para os clientes.

Pelo que contei, foram mais de 100 empresas de todos os segmentos e tipos: apresentei relatórios para donos de empresa, equipes de marketing, administradores e até para a equipe de finanças/contabilidade do cliente.

Selecionei erros que já cometi e que serviram de aprendizado para melhorar processos. Seria legal depois ter o seu comentário se você já passou por isso ou se tem alguns outros pontos a acrescentar. Vamos aos problemas que encontrei:

  1. O cliente pode (e vai) entender as métricas de uma maneira diferente de você

Um dos erros que eu demorei anos, de verdade, para aprender era: eu presumi que o cliente lia minhas explicações sobre o que representava cada métrica. Ou seja, eu presumi que o cliente entendia as métricas como eu as entendia.

Exemplo: o alcance é uma métrica que valorizo pois é um indicador real de quantas pessoas foram impactadas pelo conteúdo. Ainda que nem todas pessoas vejam o conteúdo, é uma métrica que mostra mais que “seguidores”, por exemplo.

Mas, vejam, só. Há pouco tempo, um desses clientes comentou que achava que TODOS seguidores recebiam TODOS os posts da página dele no Facebook. Ele entendia que o fato da pessoa ser seguidora implicava em receber os posts. Ele confundiu alcance com seguidor – algo que pra quem trabalha na área é tão básico, mas que pro cliente não era (normal, afinal ele não é especializado nisso).

Um erro meu claro, por não saber explicar isso bem desde o início do projeto – só fui perceber que o cliente pensava assim depois de 1 ano atendendo ele. E o mais estranho é que é um cliente que apresentamos o relatório todos os meses ponto a ponto, com longos 40, 50 minutos de reunião (aliás, não recomendo isso hehe)

Você poderia dizer: ah mas comigo isso nunca aconteceria, sou incrível, manjo tudo dos ROI, ROAS e afins (rsrs). Acredite, uma hora ou outra alguma métrica vai significar algo pra você e outra coisa pro seu cliente.

Minha sugestão é simples: na primeira apresentação de relatório ou se for enviar por e-mail, peça para o cliente falar o que ele entendeu do relatório e tente explicar mais alguns pontos que são confusos para o “leigo” como alcance, engajamento, orgânico vs pago.

2) Métricas que não importam para o seu cliente 

Eu diria que 90% dos clientes que já trabalhei não faziam ideia do tipo de métrica que realmente importava pro negócio deles. Sim, praticamente todos eles querem vendas como medida de sucesso mas os indicadores que conseguimos obter de redes sociais e site são um mistério para boa parte dos clientes.

O lead, a venda, o contato são fundamentais e devem ser o grande objetivo da maioria dos projetos – pois é o que leva o dinheiro pro cliente e mantém ele feliz. Entretanto se formos analisar só esses números, podemos não entender a razão da venda acontecer (ou de não acontecer). Precisamos de mais indicadores – ainda mais quando falamos de mídias sociais.

Como você já deve saber, é praticamente impossível vender antes de engajar em redes sociais. Ou seja, precisamos de indicadores de engajamento real para entender que estamos no caminho da venda. O megafone do engajamento e o funil de vendas estão aí para nos mostrar como funciona.

3) Relatórios Vampeta: a gente finge que faz relatório e o cliente finge que lê

Aprendi que a frase do pentacampeão Vampeta também serve pro marketing digital: “O Flamengo finge que me paga e eu finjo que jogo”. Sabe aquele relatório que você tem certeza que o cliente não vai ler? E, por isso, você coloca os dados só pra constar? Ou, PIOR, você retira do relatório dados que comprometam seu trabalho e torce para o cliente não pedir.

O problema está em: o relatório se torna apenas um “checkpoint” no relacionamento com o cliente. Ele deixa de ser uma ferramenta para melhoria contínua e passa a ser uma obrigação da relação empresa-cliente. E o caso é ainda mais grave quando o analista não quer mostrar dados negativos – dados reais (negativos, às vezes) tornam a relação mais transparente e o cliente pode confiar mais em você (se você mostrar que consegue superar os números vermelhos).

Uma dica para começar: certifique-se de que o cliente leu o relatório e entendeu algum ponto, ao menos. Envie o relatório e faça uma pergunta sobre o que ele achou de um ponto X ou o que ele diria em relação ao resultado Y. Ainda que ele leia só essa parte, já é um avanço. Você pode fazer perguntas também como: você sente falta de alguma informação? Existe algo que não lhe interessa no relatório?

Se o cliente lê, tenho certeza, o relatório passa a ter maior significado e a relação cliente-empresa melhora. Mesmo que os indicadores sejam ruins. É uma chance de provar que tem alguém pensando em como melhorar, mesmo em um momento onde as coisas não estejam funcionando.

reportei-relatorio

Template Planejamento de Mídias Sociais

Com base em material desenvolvido pelo Hootsuite, criamos um template em PPT que pode ser utilizado para o Planejamento de Mídias Sociais. O modelo é possui todas as etapas de um Planejamento objetivo de redes sociais, tais como a análise das redes, de concorrentes, o estabelecimento de metas e a linha editorial de conteúdo.
Clique na imagem para baixar o Template

1. Estabelecer metas

Modelo para traçar metas mensuráveis e úteis para um projeto de Mídias Sociais.

2. Diagnóstico da presença da marca e dos concorrentes

Diagnóstico, pesquisa de mercado e template de análise de concorrentes.

3. Desenvolver uma estratégia de conteúdo

Determinar o mix de conteúdo, cadência de posts e a regra dos terços para as mídias sociais. Além disso, template para calendário editorial.

Para baixar o template Planejamento, acesse o Link