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Meta Vibes: o que é? Conheça o feed 100% IA da Meta

Meta Vibes: o que é? Conheça o feed 100% IA da Meta
Saiba como funciona o Meta Vibes e como esse novo feed de IA vai impactar a produção de conteúdo nas redes sociais.

Saiba como funciona o Meta Vibes e como esse novo feed de IA vai impactar a produção de conteúdo nas redes sociais

O Meta vibes é a mais nova aposta da Meta Platforms para transformar a forma como descobrimos e criamos conteúdo nas redes sociais. 

Com isso, em vez de um feed composto apenas por postagens de outras pessoas, a proposta é oferecer uma experiência em que a inteligência artificial participa ativamente tanto da inspiração quanto da produção de vídeos

Ou seja, você não entra só para assistir, mas também para experimentar, remixar e criar.

A seguir, entenda como funciona essa proposta na prática, o que muda em relação às redes tradicionais e quais são os impactos para criadores, marcas e profissionais de marketing.

O que é Meta Vibes?

O Meta Vibes é um feed de vídeos baseado em inteligência artificial, criado parafacilitar a busca por inspiração criativa e estimular a experimentação com as ferramentas de mídia da Meta AI.

Desse modo, diferentemente de uma rede social tradicional, em que o conteúdo vem principalmente de usuários publicando fotos e vídeos próprios, a plataforma reúne vídeos gerados por IA por criadores, comunidades e pela própria tecnologia da Meta. 

Isso significa que o feed é composto por conteúdos sintéticos, dinâmicos e altamente personalizáveis.

Assim, em vez de apenas rolar a tela e consumir passivamente, o usuário encontra ideias visuais que funcionam como “gatilhos criativos”


Em outras palavras, você pode ver algo interessante, se inspirar e, a partir dali, criar sua própria versão.

Inclusive, esse é o grande diferencial do Meta Vibes, uma vez que ele não foi pensado só como entretenimento, mas como um espaço de descoberta e criação. Dessa forma, o consumo vira parte do processo criativo.

Outro ponto importante é a personalização. Conforme você interage — assiste, curte, pula ou “remixa” — o sistema aprende suas preferências. 

Com o tempo, o feed passa a refletir cada vez mais seus gostos, estilos e temas de interesse, o que faz a experiência se tornar única para cada pessoa.

Feed do Meta Vibes
Feed do Meta Vibes. Imagem captada por: Reportei.

Por que a Meta criou um feed 100% IA?

Para entender o surgimento do Vibes da Meta, vale a pena olhar para o cenário atual da tecnologia.

Afinal, hoje vivemos um momento em que a inteligência artificial vem evoluindo rapidamente e as ferramentas generativas já conseguem criar imagens, vídeos, trilhas sonoras e efeitos em segundos. 

Sendo assim, a Meta decidiu otimizar a IA tanto para recomendar conteúdos quanto como motor criativo.

Em conjunto, o comportamento do usuário também mudou, o que significa que as pessoas querem produzir mais, testar ideias, editar rápido e compartilhar sem barreiras técnicas. 

Dito isso, o Vibes ajuda a reduzir esse obstáculo, uma vez que você não precisa sair do aplicativo, baixar outro editor ou começar do zero. Tudo acontece dentro do próprio feed.

Em conclusão, quando pensamos em todo esse contexto, a nova plataforma da Meta aparece como uma resposta natural à demanda por experiências mais interativas e criativas.

Como funciona o Meta Vibes na prática?

Na prática, o Meta Vibes funciona como um ciclo contínuo de inspiração e criação.

Para começar, ao abrir o aplicativo, você navega por um feed de vídeos gerados por IA por criadores e comunidades. 

Esses conteúdos podem trazer estilos visuais diferentes, efeitos criativos, trilhas sonoras ou conceitos inusitados. Com isso, a ideia é que eles despertem sua curiosidade.

Em seguida, conforme você navega, o sistema registra seus comportamentos – quanto tempo você assiste, quais vídeos você repete e o que ignora –, de forma a personalizar a experiência.

Mas o ponto mais interessante acontece quando algo chama sua atenção. Isso porque, em vez de apenas assistir, você pode:

  • começar um vídeo do zero;
  • usar conteúdos que já tem no celular;
  • ou remixar diretamente um vídeo do feed.

Inclusive, esse remix é central na proposta, já que você pode pegar um vídeo existente e adaptá-lo ao seu estilo, adicionar novos elementos visuais, mudar cores, inserir música ou alterar a estética. 

Depois de pronto, o compartilhamento também é simples. O vídeo pode ser publicado no próprio feed do Vibes, enviado por DM do Instagram para amigos ou distribuído em Stories e Reels.

Além disso, se você encontrar um vídeo da Meta AI no Instagram, é possível tocá-lo e remixá-lo direto no aplicativo de inteligência artificial.

Desse modo, podemos ver que o Vibes não é um espaço isolado, mas está conectado ao restante do ecossistema da Meta, o que reforça a ideia de integração.

O que isso muda para criadores e marcas?

Quando o consumo passa a caminhar lado a lado com a criação, o papel de criadores e marcas naturalmente se transforma. 

Afinal, o feed deixa de ser apenas um espaço de exibição e passa a funcionar como um ambiente vivo, colaborativo e em constante evolução.

Dessa forma, para os criadores, isso significa que o conteúdo não termina no momento da publicação. Pelo contrário, ele pode ganhar novas versões, interpretações e desdobramentos feitos por outras pessoas.

Por exemplo, um único vídeo pode gerar dezenas de remixes, ampliando o alcance de forma orgânica e estimulando uma cultura de experimentação contínua. 

Assim, a lógica deixa de ser apenas “postar e esperar engajamento” e passa a ser “criar algo que inspire novas criações”.

Além disso, a própria inteligência artificial ajuda a reduzir as barreiras técnicas do processo, uma vez que ideias que antes dependiam de softwares complexos ou conhecimentos mais avançados de edição agora podem ser testadas em poucos cliques e dentro do próprio app. 

Como resultado, a produção se torna mais acessível, democrática e ágil, abrindo espaço para que mais pessoas tirem projetos do papel e explorem a criatividade sem tantos obstáculos.

Impacto em marcas

Para as marcas, por sua vez, o cenário também muda. E, muitas vezes, para melhor. 

Isso porque em vez de só criar campanhas fechadas e estáticas, surge a oportunidade de desenvolver conteúdos mais abertos, pensados para serem remixados e reinterpretados pelo público

Desse modo, as pessoas não apenas consomem a mensagem, mas participam ativamente dela.

Na prática, o branding tende a se tornar mais interativo e participativo

Ou seja, quanto mais os usuários adaptam, compartilham e recriam um conteúdo, maior é o envolvimento com a marca e mais natural se torna essa conexão.

Ao mesmo tempo, cresce a importância de uma estratégia bem definida. 

Afinal de contas, em um ambiente repleto de conteúdos gerados por IA, destacar-se não depende apenas de volume ou frequência, mas principalmente de identidade, criatividade e propósito. 

Em outras palavras, mais do que produzir muito, será essencial produzir algo que realmente faça sentido — e que as pessoas queiram continuar transformando.

O Meta Vibes é o futuro das redes sociais?

Ainda é cedo para cravar se o Meta Vibes vai se consolidar como o novo padrão das redes sociais ou se, por enquanto, funciona apenas como um grande experimento. 

Entretanto, mesmo nesse estágio inicial, a iniciativa já deixa algumas tendências bem evidentes, que apontam para uma transformação importante na forma como consumimos e produzimos conteúdo online.

Em primeiro lugar, a fronteira entre assistir e criar tende a ficar cada vez mais tênue

Com isso, a lógica de que o usuário apenas “rola” o feed passivamente dá lugar a uma dinâmica mais ativa, na qual cada conteúdo pode servir de ponto de partida para uma nova produção. 

Ao mesmo tempo, a inteligência artificial deve se consolidar como uma ferramenta criativa do dia a dia, integrada ao processo de edição, teste de ideias e experimentação. 

E, como consequência, as plataformas caminham para experiências mais personalizadas, conectadas e fluidas, em que tudo acontece no mesmo ambiente.

Nesse cenário, é bastante provável que feeds humanos e sintéticos convivam lado a lado. 

Ou seja, em vez de substituir totalmente o que já existe, o Meta Vibes parece acrescentar uma nova camada de possibilidades à experiência social, ampliando o repertório de formatos e interações.

Isto é, mais do que tentar prever o futuro com exatidão, a ferramenta funciona como um campo de testes que permite observar, na prática, como as pessoas se comportam quando têm a IA como parceira criativa — e não apenas como algoritmo de recomendação

Assim, ao combinar vídeos gerados por IA, personalização inteligente e recursos de remix integrados, a Meta torna a experiência social mais ativa e participativa.

Por isso, para criadores, marcas e profissionais de marketing, entender essa lógica desde agora é fundamental. 

Afinal, as redes sociais estão deixando de ser apenas canais de publicação e se aproximando cada vez mais de verdadeiros laboratórios criativos.

Gostou de conhecer mais de perto o Meta Vibes? Então aproveite para conferir também nossas outras indicações de ferramentas de IA para marketing digital:

FAQ: dúvidas frequentes sobre o assunto

Antes de terminar, vale a pena conferir também respostas rápidas para as principais dúvidas sobre o Meta Vibes. Vamos lá?

1) O que é o Meta Vibes?

Trata-se de um feed de vídeos com inteligência artificial criado pela Meta, que é focado em inspiração e criação, onde você pode assistir, remixar e produzir conteúdos dentro do próprio app.

2) O conteúdo é todo gerado por IA?

Sim. Os vídeos são criados com apoio de IA por criadores, comunidades e ferramentas da Meta AI.

3) Posso criar meus próprios vídeos?

Pode. É possível começar do zero com a ferramenta Meta AI, usar arquivos seus ou remixar vídeos do feed.

4) O que significa remixar um vídeo?

Trata-se da ação de pegar um conteúdo existente e adaptá-lo, adicionando novos elementos, estilos, músicas ou efeitos.

5) Posso compartilhar fora do Vibes?

Sim. É possível publicar no feed do Vibes, enviar por DM ou compartilhar nos Stories e Reels do Instagram e Facebook.

6) Criadores perdem espaço com a IA?

Não. A proposta é que a IA atue como ferramenta criativa, ampliando as possibilidades de produção.

7) Marcas podem usar o Vibes para marketing?

Sim. O formato favorece campanhas interativas, remixáveis e mais participativas.

8) O Vibes substitui redes sociais tradicionais?

Não necessariamente. Ele funciona como complemento e experimento de novos formatos.

9) Vale a pena testar o Meta Vibes?

Se você busca inspiração criativa ou quer experimentar novas formas de produzir vídeos, sim. Afinal, é um bom ambiente para explorar ideias com ajuda da IA.

Isabel Souza

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Isabel Senna atua no mercado digital desde 2016 e, desde 2018, é responsável pela produção de conteúdo para o blog do Reportei.

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